quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Viver sem amor


Há muito tempo não consigo um amor perfeito.
Mas Também tem um porém não consigo viver sem amor.
Viver sem amar.
Parece ser impossível.
Amor faz parte da vida.
Para viver precisa amar alguém.
Até mesmo os vigarista amam.
Nem sempre alguém  mas amam o ódio o dinheiro.
Porque se não seriam capasses de viver.
http://poemasqueinspirampoemas.blogspot.com.br/2011/06/viver-sem-amor.html

Ao leitor

Ser escritor vale realmente a pena quando pessoas leem, comentam e indicam.
 É tão vazio quando você escreve, tem poucas visualizações, ninguém comenta ninguém indica, você chega até a ficar desmotivado.
  Vou lhe explicar o porque, escrevemos porque gostamos, pensamos ter talento ou algo assim, então se tudo que publicamos nunca der resultado, vai nos deixando pra baixo, já se temos muitos acessos comentários isso nos motiva a escrever mais e mais pois sabemos que você e outros irão ler, seja até mesmo critica, quer algo que te faça melhor que uma critica construtiva.

Audaciosa Paixão



Então solitária e entediada estava, passou por mim a mais bela de todas as damas, mas logo percebi que ela não era do tipo que namorar-me-ia.
Criei e recriei então no meio do meu oculto mundo surgiu uma história de amor quente e anônima.
    Enviava-lhe cartas lindas e românticas, poesias e frases todas escritas por mim, mas nunca as assinavam.Sim eu queria conquista-la vela totalmente apaixonada, não para zombar de seu coração, mas assim poderia um dia eu dizer quem sou.
   " Fernando de Noronha 21 de junho de 2015, Olá cara dama dou lhe a honra de te escrever, digo-lhe que me encantei e me encanto ao te ver, sua beleza realmente é indescritível o seu sorriso puro sincero e brilhante, não sei se gosta de flores pois  não te conheço mais que de relance ao menos sei seu nome, mas lhe enviei estas rosas.
"Há em Toda a Beleza uma Amargura"

Há em toda a beleza uma amargura
secreta e confundida que é latente
ambígua indecifrável duplamente
oculta a si e a quem na olhar obscura

Não fica igual aos vivos no que dura
e a não pode entender qualquer vivente
qual no cabelo orvalho ou brisa rente
quanto mais perto mais se desfigura

Ficando como Helena à luz do ocaso
a língua dos dois reinos nâo lhe é azo
senão de apartar tranças ofuscante

Mas à tua beleza não foi dado
qual morte a abrir teu juvenil estado
crescer e nomear-se em cada instante?
(Walter Benjamim )

Tive a audácia de emprestar um poema do grande  Walter Benjamim.
Tomei o cuidado de lhe escrever apenas para que saiba que há alguém nesto local que lhe admira muito."

Está foi a primeira carta que eu enviei após isso eu escrevia todos os dias, ia pela manhã e as colocava  na caixa de correio, no décimo dia quando estava a deixar outra carta havia outra destinada a mim.

     Ela agradecia pelos elogios e atenção respondia algumas das perguntas retóricas que fazia e pedia que me apresentasse mas ainda não estava pronta, passamos outros dez dias conversamos ela sempre me enviava outra carta.